BLOG 9º ANO

sábado, 3 de maio de 2008

TV Cultura no Cleómenes

No dia 30 de abril estiveram na escola, a Professora Suely Angelo Furlan e a equipe de filmagem da TV Cultura, para realizar um video com os alunos da 8ªsérie, que participaram do projeto Meu endereço no Planeta Terra, realizado pelas professoras: Silmara Maria Cruz Paiva e Marly Navas no ano de 2006.
Foi um dia muito diferente para os alunos, que se empolgaram com as luzes, microfones, participando ativamente de toda dinâmica da filmagem.
Agradecemos a toda equipe de filmagem da TV Cultura, em especial ao Ricardo (diretor) pela paciência e pelas orientações de cena.
Agradecemos também aos alunos pela participação neste evento mostrando a todos um comportamento exemplar e total conhecimento do que foi ensinado, vocês como sempre estão de parabéns.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Saiba mais sobre a dengue!






Estas figuras mostram o que você pode fazer para combater o mosquito.

O que é Dengue?
É uma doença infecciosa aguda de curta duração, de gravidade variável, causada por um vírus e transmitida pelo mosquito Aedes aegypti infectado.


Como se dá a transmissão da dengue?
A transmissão se dá pela picada do mosquito fêmea infectado. O ciclo se dá da seguinte forma: homem infectado com vírus da dengue - Aedes aegypti – homem sadio. A doença só acomete a
população humana.

Qual é o período de incubação da doença?
• No homem: após ter sido picado por um mosquito infectado, a pessoa apresenta sintomas da doença depois de um período que pode variar de 03 a 15 dias, sendo em média de 05 a 06 dias.
Existem pessoas que não apresentam sintomas, tendo, portanto, a forma assintomática de Dengue.
• No mosquito: ao picar uma pessoa que apresenta vírus da dengue no sangue, o mosquito se infecta e após um período de aproximadamente 10 dias, está apto a transmitir a doença para outras pessoas.

Quais são os sintomas?
Início súbito com febre intensa, dor de cabeça, dores fortes nos olhos, na musculatura e nas juntas, podendo surgir erupções na pele. As formas mais graves da doença são as formas hemorrágicas que acometem pele, tecidos subcutâneos e trato intestinal podendo levar ao choque e ao óbito. Apenas o acompanhamento médico pode avaliar se o doente vai desenvolver
formas graves da doença, portanto é importante procurar atendimento junto a área de saúde quando suspeita-se de dengue; até aquelas pessoas que apresentam apenas um ou outro dos sintomas mencionados, mesmo que sejam leves ou brandos devem fazê-lo. Além disso, é importante que os casos suspeitos e/ou confirmados de dengue sejam notificados às autoridades sanitárias municipais que desencadearão medidas de controle da doença.

Dados retirados do Informativo da Defesa Civil sobre a Campanha de Combate a Dengue
Figura retirada do Google

terça-feira, 1 de abril de 2008

Um pouco da Nossa História!

Você sabia que nossa escola foi criada pelo decreto nº 8263 de 24 de julho de 1969 e passou a chamar-se Escola Municipal de Vila Darli? E em 31 de julho de 1969 sua denominação mudou para: Escola Municipal Cleómenes Campos? Que nossa primeira diretora chamava-se Marlene Magalnic? E as primeiras professoras nomeadas para trabalhar na nossa escola foram as Sras: Marli Gandolfo e Cleusa Rossi Molina? Nossa escola está localizada no Parque São Lucas, na Rua Bartolomeu Correa Bueno 268.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Passeio ao Parque Prof.Lydia Natalizio Diogo










Neste dia 20 de março, os alunos do 3ºs e 4°s anos do Ciclo II da EMEF Cleómenes Campos estiveram numa visita ao Parque Ecológico da Vila Prudente, para um contato direto, estudo e reconhecimento das árvores nativas, suas características e curiosidades.
Também tiveram conhecimento do sistema de compostagem do parque e informações básicas com relação a transformação dos restos vegetais em adubo orgânico.
Os alunos fizeram doação de pilhas usadas, óleo de cozinha e aprenderam a maneira adequada de descartar estes componentes sem agredir a natureza.
No ano de 2006, estes mesmos alunos participaram de uma caminhada e plantio de araucárias neste mesmo parque e puderam perceber o crescimento destas espécies, que eles ajudaram a plantar.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Carta da Terra

Carta da Terra
Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz já mais de cento e cinquenta anos. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta:
"Como podeis comprar ou vender o céu, a tepidez do chão? A idéia não tem sentido para nós. Se não possuímos o frescor do ar ou o brilho da água, como podeis querer comprá-los? Qualquer parte desta terra é sagrada para meu povo. Qualquer folha de pinheiro, qualquer praia, a neblina dos bosques sombrios, o brilhante e zumbidor inseto, tudo é sagrado na memória e na experiência de meu povo. A seiva que percorre o interior das árvores leva em si as memórias do homem vermelho. Os mortos do homem branco esquecem a terra de seu nascimento, quando vão pervagar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta terra maravilhosa, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs, os gamos, os cavalos a majestosa águia, todos nossos irmãos. Os picos rochosos, a fragrância dos bosques, a energia vital do pônei e do homem, tudo pertence a uma só família. Assim, quando o grande chefe em Washington manda dizer que deseja comprar nossas terras, ele está pedindo muito de nós. O grande Chefe manda dizer que nos reservará um sítio onde possamos viver confortavelmente por nós mesmos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Se é assim, vamos considerar a sua proposta sobre a compra de nossa terra. Mas tal compra não será fácil, já que esta terra é sagrada para nós. A límpida água que percorre os regatos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos ancestrais. Se vos vendermos a terra, tereis de lembrar a nossos filhos que ela é sagrada, e que qualquer reflexo espectral sobre a superfície dos lagos evoca eventos e fases da vida do meu povo. O marulhar das águas é a voz dos nossos ancestrais. Os rios são nossos irmãos, eles nos saciam a sede. Levam as nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se vendermos nossa terra a vós, deveis vos lembrar e ensinar a nossas crianças que os rios são nossos irmãos, vossos irmãos também, e deveis a partir de então dispensar aos rios a mesma espécie de afeição que dispensais a um irmão. Nós mesmos sabemos que o homem branco não entende nosso modo de ser. Para ele um pedaço de terra não se distingue de outro qualquer, pois é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo de que precisa. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, depois que a submete a si, que a conquista, ele vai embora, à procura de outro lugar. Deixa atrás de si a sepultura de seus pais e não se importa. A cova de seus pais é a herança de seus filhos, ele os esquece. Trata a sua mãe, a terra, e seus irmãos, o céu como coisas a serrem comprados ou roubados, como se fossem peles de carneiro ou brilhantes contas sem valor. Seu apetite vai exaurir a terra, deixando atrás de si só desertos. Isso eu não compreendo. Nosso modo de ser é completamente diferente do vosso. A visão de vossas cidades faz doer aos olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e como tal, nada possa compreender. Nas cidades do homem branco não há um só lugar onde haja silêncio, paz. Um só lugar onde ouvir o farfalhar das folhas na primavera, o zunir das asas de um inseto. Talvez seja porque sou um selvagem e não possa compreender. O barulho serve apenas para insultar os ouvidos. E que vida é essa onde o homem não pode ouvir o pio solitário da coruja ou o coaxar das rãs à margem dos charcos à noite? O índio prefere o suave sussurrar do vento esfrolando a superfície das águas do lago, ou a fragrância da brisa, purificada pela chuva do meio-dia ou aromatizada pelo perfume dos pinhos. O ar é precioso para o homem vermelho, pois dele todos se alimentam. Os animais, as árvores, o homem, todos respiram o mesmo ar. O homem branco parece não se importar com o ar que respira. Como um cadáver em decomposição, ele é insensível ao mau cheiro. Mas se vos vendermos nossa terra, deveis vos lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar insufla seu espírito em todas as coisas que dele vivem. O ar que vossos avós inspiraram ao primeiro vagido foi o mesmo que lhes recebeu o último suspiro. Se vendermos nossa terra a vós, deveis conservá-la à parte, como sagrada, como um lugar onde mesmo um homem branco possa ir sorver a brisa aromatizada pelas flores dos bosques. Assim consideraremos vossa proposta de comprar nossa terra. Se nos decidirmos a aceitá-la, farei uma condição: O homem branco terá que tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo de outro modo. Tenho visto milhares de búfalos a apodrecerem nas pradarias, deixados pelo homem branco que neles atira de um trem em movimento. Sou um selvagem e não compreendo como o fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante que o búfalo, que nós caçamos apenas para nos mantermos vivos. Que será dos homens sem os animais? Se todos os animais desaparecem, o homem morreria de solidão espiritual. Porque tudo isso pode cada vez mais afetar os homens. Tudo está encaminhado. Deveis ensinar a vossos filhos que o chão onde pisam simboliza a as cinzas de nossos ancestrais. Para que eles respeitem a terra, ensinai a eles que ela é rica pela vida dos seres de todas as espécies. Ensinai a eles o que ensinamos aos nossos: Que a terra é a nossa mãe. Quando o homem cospe sobre a terra, está cuspindo sobre si mesmo. De uma coisa nós temos certeza: A terra não pertence ao homem branco; O homem branco é que pertence à terra. Disso nós temos certeza. Todas as coisas estão relacionadas como o sangue que une uma família. Tudo está associado. O que fere a terra fere também aos filhos da terra. O homem não tece a teia da vida: É antes um dos seus fios. O que quer que faça a essa teia, faz a si próprio. Mesmo o homem branco, a quem Deus acompanha e com quem conversa como um amigo, não pode fugir a esse destino comum. Talvez, apesar de tudo, sejamos todos irmãos. Nós o veremos. De uma coisa sabemos, é que talvez o homem branco venha a descobrir um dia: Nosso Deus é o mesmo deus. Podeis pensar hoje que somente vós o possuis, como desejais possuir a terra, mas não podeis. Ele é o Deus do homem e sua compaixão é igual tanto para o homem branco, quanto para o homem vermelho. Esta terra é querida dele, e ofender a terra é insultar o seu criador. Os brancos também passarão talvez mais cedo do que todas as outras tribos. Contaminai a vossa cama, e vos sufocareis numa noite no meio de vossos próprios excrementos. Mas no nosso parecer, brilhareis alto, iluminado pela força do Deus que vos trouxe a esta terra e por algum favor especial vos outorgou domínio sobre ela e sobre o homem vermelho. Este destino é um mistério para nós, pois não compreendemos como será no dia em que o último búfalo for dizimado, os cavalos selvagens domesticados, os secretos recantos das florestas invadidos pelo odor do suor de muitos homens e a visão das brilhantes colinas bloqueada por fios falantes. Onde está o matagal? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. O fim do viver e o início do sobreviver."

quarta-feira, 5 de março de 2008

Quem é Cleómenes Campos?

Cleómenes Campos de Oliveira, nasceu em 10 de agosto de 1895, na cidade de Maroim, Sergipe.
Estudou as primeiras letras em seu estado natal, indo depois para a Bahia, onde freqüentou o Ginásio São José.
Em virtude de grandes dificuldades, muito jovem, teve que abandonar os estudos, ingressando na vida comercial em Santos.
Submeteu-se ao concurso, sendo nomeado para os Correios de São Paulo, transferindo-se posteriormente para o Ministério da Fazenda.
Ao chegar em São Paulo, ( e em São Paulo está ele sempre; pois conforme confessou a um amigo – “ Não estando em São Paulo, estou exilado”), fez ainda outra tentativa para continuar os estudos, empolgado que foi pela tentação da literatura, mas teve que desistir.
Fundou “A garoa”, uma das revistas literárias que mais custaram a morrer... nesta terra em que todas elas geralmente não suportam invernos.
Tem publicado os seguintes livros: “Coração Encantado”, que obteve o prêmio no concurso da Academia Brasileira de letras, em 1923; “De mãos postas”, que foi igualmente laureado pela Academia, em 1926; “Meu livro de Amor”, “Humilde”e “Zabelê”; este último, um poema nunca posto a venda.
Em colaboração com Oduvaldo Viana, escreveu a peça em três atos “Mascote”.
Têm inéditos. Mais de seis livros em verso e prosa.
Faleceu em 30 de abril de 1968.

                                          ATENÇÃO    Atenção responsáveis pelos alunos dessa lista.    Por favor, pedimos a gentileza de ...